Chiquinha Gonzaga e Ernesto Nazareth: duas mentalidades e dois percursos

Autor: Marcelo Verzoni Neste artigo, o autor tem como objetivo principal apontar diferenças entre os compositores-pianistas Chiquinha Gonzaga (1847-1935) e Ernesto Nazareth (1863-1934), que atuaram intensamente na vida musical do Rio de Janeiro desde a segunda metade do século XIX até os primeiros anos da década de 1930. O artigo foi desenvolvido a partir da […]

Chiquinha Gonzaga: uma marca no teatro de revista, na música popular brasileira, no Brasil

Autora: Morgana Martins Seria sim um simples artigo acadêmico para uma disciplina de mestrado. O tema foi  escolhido e na sequência o levantamento de material foi elaborado. Ah, sim, o tema: A contribuição da compositora Chiquinha Gonzaga para o Teatro de Revista no Brasil. Algumas obras foram selecionadas, infelizmente pouco encontrei sobre o tema por meio […]

Chiquinha Gonzaga: uma história de vida, por Edinha Diniz (Zahar)

Lançada em 1984, a biografia Chiquinha Gonzaga uma história de vida, escrita por Edinha Diniz, é revisada e atualizada. Ao acessar documentos antes indisponíveis, Edinha traz novas e importantes revelações sobre a vida de Chiquinha. Conheça a história da biografia aqui Ó abre alas, que eu quero passar… A música mais popular de Chiquinha Gonzaga bem poderia servir […]

Chiquinha Gonzaga e o Maxixe

Autora: Carla Crevelanti MarcílioO presente trabalho pretende enfocar o gênero musical brasileiro maxixe, que se fixou entre as formas musicais no final do século XIX. É um trabalho de pesquisa históricomusicológica, com análises feitas a partir de partituras diversas, porém enfocando a obra da maestrina Chiquinha Gonzaga. Nesta retrospectiva procurou-se por informações sobre a compositora, […]

A sedução poética das composições de Chiquinha Gonzaga e suas parcerias textuais: o nascimento de uma estética brasileira na música do início do século XX.

Autora: Cida Donato.O Final do século XIX e o início do XX marcaram o Rio de Janeiro com as transformações quepromoveram em seus espaços e organizações sociais, deixando a cidade partida e esteada por pilares que se dividiam entre a burguesia capitalista e a massa pobre — em sua maioria negros, mesti-ços e judeus —. […]