
Ela nasceu Francisca Edwiges Neves Gonzaga (1847-1935) no Rio de Janeiro do Segundo Reinado, foi educada como uma sinhazinha e preparada para se tornar uma dama da corte, mas se consagrou como Chiquinha Gonzaga, musicista talentosa que contribuiu para a gênese da música brasileira.
Mulher e negra, enfrentou todos os preconceitos da sociedade patriarcal e escravista para se firmar como pianista, compositora, regente e, por fim, líder de classe em defesa dos direitos autorais. Sua obra é estimada em trezentas composições, incluindo partituras para dezenas de peças teatrais. Precursora em várias frentes, Chiquinha foi a primeira mulher a compor para o teatro nacional.
Pioneira, Chiquinha Gonzaga abriu alas para todas e todos, deixando seu exemplo de luta pelas liberdades no Brasil. – Wandrei Braga, 2023
Aconteceu há...
100 anos - Imprensa
Chiquinha Gonzaga ao lado do pianista português Vianna da Motta, em 1926
148 anos - Imprensa
Idealismo – Inspiração do Tango, poema de Basilio Camarão em homenagem a Chiquinha Gonzaga em 1878
11 anos - Entrevistas
Exclusiva com a pianista Priscila Matos
135 anos - Sem categoria
Guiomar do Amaral 1891 –
Exclusivo
22 de janeiro 2026
Chiquinha Gonzaga: um legado que atravessa o tempo
12 de julho 2025
Orquestra Ladies Ensemble apresenta “Chiquinha Gonzaga na Colombo” em Curitiba
08 de junho 2025
O legado de Chiquinha Gonzaga: Marisa Monte aponta “Ó Abre Alas” (1899) como o acorde inaugural da luta feminina contra o patriarcado na música do Brasil
05 de junho 2025


