MARCHA, Cordão Carnavalesco da burleta de costumes cariocas FORROBODÓ |
Publicado em edição da autora, na série Canções Brasileiras, forma com que a própria compositora cuidou de desfrutar do sucesso da burleta de costumes cariocas em 3 atos que estreou em junho de 1912 no palco do Teatro São José. A composição é de 1911. Escrita por dois jovens autores, Carlos Bettencourt (1890-1941) e Luiz Peixoto (1889-1973), Forrobodó estabeleceu um marco no teatro brasileiro, abrindo caminho para a utilização de tipos nitidamente populares no teatro musicado. A história de um baile no Clube Dançante Flor do Castigo do Corpo, no bairro da Cidade Nova, colocava em cena tipos como o mulato pernóstico, a mulata insolente, o malandro ladrão de galinhas, o guarda-noturno, o mulato capoeira valentão, o português; tudo em contraste com um Rio de Janeiro afrancesado. A marcha foi publicada também para piano solo e para piano e orquestra brasileira: flauta, violino, clarinete, pistom, trombone, violoncelo, contrabaixo e bateria. Como Cordão carnavalesco foi gravado por Antonio Adolfo (piano), em 1985, e novamente em 1997, Antonio Adolfo (piano), Cláudio Spiewak (violão), Gabriel Vivas (contrabaixo) e Ivan Conti (bateria). Há gravação de Alcione (voz) com Maria Teresa Madeira (piano), 1999. Desta opereta, há também no Acervo Digital Chiquinha Gonzaga uma modinha, uma quadrilha e um tango.
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