Chiquinha Gonzaga e o Teatro Musicado
Autora: Solange Pereira de Abreu
Editora Nota Terapia
Lançamento 2018

Livro resultado de Tese de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Música da UFRJ

Resumo

O objetivo principal deste trabalho é caracterizar a contribuição de Chiquinha
Gonzaga (1847-1935) para o teatro musicado, através de suas composições para peças
teatrais estreadas no Rio de Janeiro entre 1900 e 1915. Para isso, apresentamos dados
coletados no Instituto Moreira Salles, no Rio de Janeiro, durante o exame das partituras
(manuscritos originais) de números musicais compostos por Chiquinha Gonzaga (1847-
1935) para integrar as seguintes peças teatrais: O Conto do Vigário, de Ernesto de Souza
(1864-1928); Forrobodó, de Carlos Bettencourt (1890-1941) e Luiz Peixoto (1889-1973);
Pudesse esta Paixão, de Álvaro Colás; Depois do Forrobodó, de Carlos Bettencourt e; A
Sertaneja, de Viriato Corrêa (1884-1967). Ao revisar a literatura e ao consultar fontes
primárias, investigamos o surgimento do teatro musicado no Rio de Janeiro e fatos
marcantes da vivência de Chiquinha Gonzaga, que atuou na vida musical do Rio de
Janeiro desde meados do século XIX até o início da década de 1930, destacando-se como
compositora teatral. A partir de uma literatura principal baseada em Augusto (2008) e
Diniz (2009a), buscamos focalizar o teatro musical na época em que Chiquinha viveu e
suas composições para peças teatrais.
Palavras-chave: Chiquinha Gonzaga; teatro musicado; século XIX; música no Brasil.