Autora: Mirela Fortunatti

Através da música e da figura de Chiquinha Gonzaga, esse artigo tem como objetivo fazer uma discussão entre o popular e o erudito, abordando a vida musical do Rio de Janeiro da Belle Époque, momento de maior produção musical da pianista. Busca também apontar algumas personalidades importantes da música – contemporâneos de Chiquinha Gonzaga – que possam ter influenciado a sua trajetória como pianista, compositora e maestrina. A partir de uma coleção denominada Alma Brasileira busca-se perceber a sua contribuição para o desenvolvimento do choro e sua importância como compositora em um momento em que novos gêneros híbridos estavam surgindo e que só mais tarde iriam se consolidar.

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